Mundo gotico


30/04/2005


Espero-te eternamente

Solitária em meu quarto obscuro e frio... pensando...

Quando eu irei te ter nos meus braços...

Quando irei poder dizer pra você o quanto te amo...

Quando irei poder viver...

Tudo o que  quero é poder viver...

Mais sem ti não poderei jamais...

Pois sem ti não serei feliz...

Pois sem ti nunca saberei o verdadeiro significado do amor...

Pois foi com você que aprendi a amar...

Pois é com você que quero viver essa emoção...

Quero-te mais que tudo...

Preciso de ti...

Preciso dos seus abraços...

Pois são eles que me aquecem nos momentos mais frios de minha vida...

Preciso do teu olhar...

Pois são eles que me mostram o caminho da felicidade...

São eles que me iluminam nos momentos mais escuros...

Terei todo tempo do mundo pra te esperar...

Esperarei-te... para poder finalmente viver em paz... e feliz...

 

By: Solitary Angel

 

Escrito por dark gotica às 00h10
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15/04/2005


Preciso de ti

Sinto sua falta...

mais nem sei ao menos quem vc é...

Pode ser apenas parte de um sonho q nunca se tornara

realidade...

Sofro sem vc ao meu lado...

quero te ver,quero te conhecer, quero te tocar,quero te

ter só pra mim...

Onde vc está,pq naum o encontro...

Será q realmente vc existe...

preciso de alguem q comprienda,

de alguem q saiba etender uma mente

obscura,uma pessoa q saiba compreender

uma alma solitária...

preciso de ti o quanto antes...

BY:angel of death

 

 

 

 

Escrito por dark gotica às 23h22
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anjo solitário

Sou apenas mais um anjo solitário,chorando sozinha em meu quarto

escuro e frio...

sou apenas mais um anjo vagando solitário pela noite...

sou só mas uma entre muitas pessoas nesse mundo...

triste,fria,obscura,solitária,depressiva,magoada,desorientada,

isso define tudo o sou,o que sinto e o que vivo...

minha vida mediocre,meus sonhos destruidos,meus sentimentos perdidos...

acabou tudo,principalmente a minha vida...

naum sei se poderei continuar assim,sem saber oq fazer,sem ninguem,

sem carinho,sem um alguem q me entenda,q entenda o q passa pela minha

cabeça,q entenda o meu sofrimento...

sou apenas mais um anjo solitário...

perdida entre as trevas,abandonada entre quatro paredes...

sou apenas mais um anjo solitário...

By:angel of death

 

 

Escrito por dark gotica às 23h12
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13/04/2005


um anjo e uma vampira

Olá minha pequena criança da noite,
Minha menina de olhos tristes e sonhos despedaçados,
De lágrimas cristalinas,
E de sorriso brando...

Fui arrancado de meu lar nos céus,
Sobrevivi a minha queda vertiginosa,
Despedacei-me sobre esse solo contaminado,
Com minhas asas quebradas e sem poder retornar,
Fui condenado a chamar essa nova terra,
Terra triste e descrente de lar...

E é nessa terra obscena e perversa,
De mortes e sofrimento,
De amores irreais,
Nessa terra doente, é que trilharei meu caminho...

E numa de minhas vigílias noturnas,
Encontrei-a, talvez por acaso, enquanto recitava minha desgraça sob versos tristes, sobre o telhado que já foste uma moradia,
E você aproximou-se de mim,
Em passos lentos e notórios,
Escondendo-se por trás do véu negro da noite,
E seus olhos vermelhos a me observar,
E eu, em silêncio, também a admirava por debaixo da luz da lua...

E o tempo passou, e todas as noites nosso encontro era inevitável,
Nosso encontro marcado e mudo,
Envolto a olhares e sussurros,
E você tornou-se minha companhia agradável,
Fizeste-me companhia nas noites frias de inverno,
E quando dei por mim,
Nossas bocas já tinham se beijado...

E por várias noites seguintes, se fizeram iguais,
Por muitas noites nos permitimos nos tocar,
Por muitas noites nossa desgraça foste nossa maior bênção,
Por muitas noites dividimos a mesma cama...

Nas sombras da escuridão,
Encontrei uma luz branda e obscurecida,
Uma luz tão branda e suave,
E tão tomada pela maldade dessa terra,
Amaldiçoada a vagar pelas noites frias da cidade do caos,
E como pode,
Um anjo e uma vampira,
A luz e a escuridão dividir a mesma cama?
Tomados pelo pecado e pela pureza,
Sentir o céu e o inferno juntos...

A luz não poderá ser vista se não houver a sua sombra,
E a sombra não existirá se a luz não se fizer presente,
Mas nunca um tomará o lugar do outro,
E jamais a luz será sombra por muito tempo,
Dois pontos distintos, no caminho chamados destino,
Somos diferentes demais para nos darmos ao luxo de amar,
Temos muitos pedaços de nós mesmos espalhados pelas ruas,
Para deixarmos partir mais ainda os resquícios de nossos sonhos,
Para deixarmos um ferir ao outro,
Temos diferenças demais para sonharmos,
Somos dois mundos diferentes que jamais se tocarão,
Mas que se completam...

Não! Não quero ir embora,
Não quero despedaçar seus sonhos,
Quero poder te amar, mesmo de longe,
Pois você, assim como eu,
Entende a dor de ter seus sonhos destruídos,
Viver pelo simples fato de manter-se de pé...

Mas que nossos momentos vivam eternamente dentro de mim,
Pois não poderei tocá-la mais,
E aceito minha sentença,
Pois ainda sim,
Poderei ter minha Vampira Sombria por perto.
..

Escrito por dark gotica às 19h27
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tente me fazer de forte

To tentando me fazer de forte, to tentando não chorar...
Não quero ver meu sangue derramado novamente, nem me afundar na tristeza...
É como se os momentos que eu consigo controlar meus sentimentos fossem os momentos que eu estou fora da realidade...
Sinto que ao mesmo tempo em que tiro pesos das minhas costas alguém bota um novo peso e eu sem esperar caio de joelhos no chão...
Estava olhando meus arquivos do blog e encontrei essa poesia...Já não lembrava mais dela...
Olhei-me no espelho
E vi a realidade em meus olhos
A tristeza que se espalhou pelas minhas veias me contaminou
Existem muitos dias a serem aproveitados
Mas nenhum feito para ser o meu dia de sorte.

Olhei o sol, ele ofuscou meus olhos
E me banhou de sua luz...Apenas queimou minha pele
Senti o vento, ele fez com que eu me sentisse mais leve...Que ilusão.

Contemplei o mar, ele me surpreendeu com sua beleza, mas me trouxe solidão
Talvez o erro esteja na maneira em que vejo as coisas, talvez fosse melhor não senti-las ou esquecê-las
Mas hoje, enfim, sinto vontade de viver,
Hoje eu quero vencer
Adormecer não ameniza mais a minha dor
Você consegue entender?
Morrer já não faz sentido...
Porque se eu morrer não terei mais o que esperar.

Escrito por dark gotica às 19h25
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Agora me sinto em paz
Por mais que as lágrimas me molhem o rosto
Ter te dito todas as palavras que me sufocavam a garganta
E te feito entender que todos meus atos levavam a uma só realidade: meu amor por você
Fez eu acalmar meu coração
Sinto que um laço foi cortado entre nós, mas já existe um novo enlace, um novo caminho
Quem sabe mais forte, menos doloroso
Eu não preciso descrever meus sentimentos a você
Meu amor, você foi meu sonho mais lindo...
Fez eu me sentir pura outra vez, por amar você
Agora eu tento te mudar de lugar no meu coração
E você sabe todos os motivos que me levam a isso
Não é por escolha, é necessidade
Eu preciso viver sem você, e eu não tenho o direito de te fazer sofrer sofrendo...
Você sempre será o meu anjo...Que eu sei que me guarda mesmo de longe
E eu sempre serei sua menina, mas nunca má pra você
Farei o possível para que nada mude, que se tiver que doer que doa em mim
Mas que você não sinta o peso da distância... Ou se corte com os cacos que se tornaram meus sonhos...
Guardo todas as suas palavras comigo
Ainda ouço sua voz e o seu sorriso...
Mas a partir de hoje não sonharei mais amando você
Te desejo felicidade o mesmo tanto que eu desejo a mim
Que tenhamos quem nos ame, como um dia nos amamos
E que não precisemos mais nos privar da felicidade
Pela frieza que traz a distância, pela tristeza que traz a saudade...

Escrito por dark gotica às 19h23
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09/04/2005


Seres goticos

Escrito por dark gotica às 16h32
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Paranoia

Ela me segue, por ruas estreitas, becos fúnebres
Dona de meus pensamentos, segredos mais sórdidos
Companheira indesejada, acompanha-me por entre noites gélidas,
Mantém-me de olhos abertos, ouvidos atentos
Deixe-me descansar!
É verdade, tenho medo...

Medos? Paranóias?
Posso senti-la aproximar-se, sorrateira,
Ouço sua risada congelante,  
Penetra em meus ouvidos, desfaz-se no ar
Envolta por uma sensação paralisante de dor, sinto o coração gelar,
Espetado por finas agulhas, 
A insuportável dor de um amor rompido, destruído pelo medo...
Medos? Paranóias?

Oh, mórbido silêncio, 
Sinto-me uma criança perdida, 
Com espanto e admiração, 
Percebo tudo a minha volta,
Esse mundo deturpado,
Assustada, encolhida nos braços da noite, 
Sinto-me invadida, 
Pelo medo do mundo que se abre,
Horripilante, 
Diante de meus olhos chorosos 
Medo de Seqüestros? Pedófilos?
Incesto? Abandono?
E meus pais?!?!
Medos? Paranóias?

Nada se mexe, nada tem vida
Está claro, mas não, há alguém,
Oh! Eu sabia, era ela!
Vem, no seu caminhar elegante, sinto medo,
Seu sorriso sem vida, gela minha alma
Violenta meus princípios, destrói meus planos 
Estupra meus sentimentos, desarma minha alma
Estou indefesa, vulnerável, como uma senhora ao ser assaltada,
Como se uma bala, uma bala medrosa, atravessa-se a minha cabeça
O medo adentra meu corpo, tento acalmar-me
-Não reaja! Algo me diz
Medos? Paranóias?

Apodera-se de mim, possui-me, hipnotiza-me
Tua face, desfigurada por lágrimas de dor...
Dor? Tristeza? 
Parece-me sozinha, vagando pela eternidade
Em busca de companhia, 
Ser SÓ, errante, tenho medo
Medos? Paranóias?

Tento livrar-me, fecho os olhos,
Ela se faz, 
Na escuridão mórbida do passar de anos, décadas, 
Meus sonhos, pesadelos mais horríveis, 
Minhas pálpebras cerradas,
Não vejo nada, apenas ela, uma imagem,
Oh Céus, uma velha! Seu rosto melancólico é-me familiar... 
Claro! Como não!

Observo cautelosamente a triste senhora, 
Olhar perdido, como se procurando algo na sombria escuridão 
Sou eu! 
O rosto desfigurado pelo tempo, pela vida, 
Minha própria imagem, envelhecida, sozinha,
Navegando por entre os mares eternos da solidão
Envelhecer? Apagar-me?
Medos? Paranóias?

Outra imagem, horrível cena,
Oh! A morte!
Em toda sua graça, seu mórbido esplendor,
Outra dimensão? 
O fim de tudo? Um novo começo?
Mistério? Curiosidade?
O maior dos medos... serão medos?
Estou sozinha agora, não, sinto-me vigiada 
Grito, Berro
É inútil, não há vida
Mas uma forte sensação... Não! 
Não me engano, algo me observa,
Perseguição? Neurose?
Medos? Paranóias?

Oh! Ela de novo!
Parece-me possuída pelo ódio
Outra imagem, outros medos, minhas paranóias, muitas delas,
Não tenho como lutar,  
Choro como um bebê faminto,
Soluço como uma criança desesperada,
Tantos medos desenterrados...
Quem és tu? 
Afaste-se de mim, ser demoníaco!
Um demônio? Medo de deuses? De não tê-los?
Sentir-me sozinha na imensidão do espaço?
Medos? Paranóias?

Escrito por dark gotica às 16h20
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08/04/2005


Almas mortas

 Passos
Almas Mortas
Vagando no escuro
Condenadas ao destino
De estar neste mundo
Com suas vestes negras
Sem cor
Sem vida Sem uma história de amor
Ou mesmo de dor
Restos do nada
Rascunhos de Deus
Almas sem rumo
Vagando pela Terra
Andando entre almas
Que nasceram belas
Com vida e amor
Uma razão prá existir
Com o privilégio
De chorar
E ter alguém pra

Sorrir Almas mortas
Cheias de ódio
De mágoa e rancor
Ódio da vida
Que nunca se viu
E do vazio
Que o coração sangrando
Sempre sentiu
Sofrendo com a dor
Dizendo com lágrimas
O que a boca calou
Chorando sozinhas
A profunda agonia
De ser
Uma alma morta
Condenada a estar viva

Escrito por dark gotica às 10h25
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Suicidio

A música alta, as paredes sujas,
Livros espalhados pelo chão.
Gavetas abertas, papéis velhos,
A noite lá fora, aqui dentro solidão...
estou deitado, o rosto sem expressão,
no centro deste quarto pequeno,
A música continua, cigarros no chão,
Aqui dentro tristeza, lá fora sereno...
Nenhuma testemunha, como eu queria,
Somente a fumaça que dança no ar,
a alma sofrida, a mente vazia,
Aqui dentro lágrimas, lá fora o luar...
O sangue doce, viscoso e vermelho,
Escorre devagar e alivia meu sofrimento,
Páginas rasgadas, pedaços de espelho,
Aqui dentro a música, lá fora o vento...
Pulso ferido, solidão e agonia,
A vida saindo por este profundo corte,
Sofrimento, vida vazia,
Lá fora a vida, aqui dentro a Morte...

Escrito por dark gotica às 10h21
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Almas escuras

Almas escuras, vagando na noite ·sozinha na rua.

 Segurando uma foice
Almas doloridas, cheias de magoas e feridas
por ficarem presas a uma realidade vazia

Almas sangrando corações machucados
sem nenhum amigo sem nenhum amparo
Almas que sentem medo pedindo ajuda
num desespero querendo forças pra lutar pedindo ajuda pra caminhar

Quando revoltadas vão violentamente
seguir os passos dos inocentes
Querendo usar seus corpos para viver
achando que assim não vão mais sofrer

Mas elas não percebem o sofrimento
interno não adianta ter um corpo
O pesadelo é mostrado no rosto.

 

Escrito por dark gotica às 09h57
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